Naquela tarde, de regresso a casa outra vez sem o gato e sem ela, verifiquei que não só era possível morrer, mas que eu próprio, velho e sem ninguém, estava a morrer de amor. Tenho (...)
Magdalena Oliver tinha vindo com ele no barco e não conseguida tirar-lhe os olhos de cima durante a viagem. "Parecia maricas", disse-me. "E era uma pena, porque estava de se barrar com manteiga (...)
Existe algo melhor do que um café gelado e uma livraria num dia de sol? Quero dizer, além do café quente e de uma livraria em um dia chuvoso. Estava mesmo a precisar de um bom romance (...)
Aprender a escrever é aprender a exprimir o que pensamos e sentimos e imaginamos de maneira a outros poderem conhecer-nos como nós merecemos, como toda a gente merece. Acho que nunca (...)
Bem-vindo Setembro! Costuma-se dizer que o que é bom acaba depressa e no que diz respeito às férias este ditado não poderia fazer mais sentido. De regresso à rotina, trago-vos a (...)
Há trinta e cinco anos que trabalho com papel velho, e é esta a minha love story. A minha última escolha de setembro é uma recomendação do melhor podcast de livros: Livros da Piça. Já (...)
Na minha vida, umas vezes fui keynesiano lógico em relação a tudo, outras vezes um dadaísta picabiano. Mas em qualquer um dos casos, estava confiante de que tinha motivos para mudar de (...)
E num piscar de olhos passaram-se as férias! Agosto trouxe-me dias cheios de boas leituras, uma viagem inesquecível à Polónia (fiquei rendida!) e ainda umas quantas aquisições na Feira do (...)
Ao contrário de tantos outros vícios, o dos livros é, na verdade, uma virtude. De facto, ter livros não é o mesmo que, por exemplo, ter dinheiro. Ter livros é como ter amigos, ter dinheiro (...)
Já nesse tempo havia qualquer coisa que me impedia de abandoná-la. Não a conhecia bem, nunca tínhamos trocado uma palavra, apesar de estarmos sempre a competir uma com a outra, na aula e (...)